quinta-feira, 26 de junho de 2008

Respeito

Depois de uma provinha de psico, com certeza eu teria muito, mas muito o que dissertar. Contudo o que eu realmente quero falar está situado um pouco mais no mundo da fantasia, tendendo ao mundo fantástico da Cristine, não tanto na realidade ou o que eu acho ser realidade, muito embora quase sempre pareça totalmente irreal e até mesmo falso.

É de conhecimento semi-público que eu adoro ler, muito embora eu não costume escrever muito a respeito dos livros que leio. Confesso que sou leitora pseudo-intelectual, preferindo, estranhamente, ao invés de filosofias como Nietzsh (assim que escreve?), romances, desde o policial com Agatha Christie, médico com Robin Cook ou simplesmente romance mesmo, com Sidney Sheldon. Não sou adepta a escritores nacionais e minha verdadeira paixão paira nas histórias de fantasia medieval.

Sim, fantasia medieval, aí que está minha paixão e onde concentra-se minha última leitura. Forgotten Realms, A Jóia do Halfling, terceiro livro de uma trilogia, muito embora as obras pudessem ser separadas sem problemas, pois fora a cronologia nada torna a obra uma verdadeira trilogia, como Senhor dos Anéis. A saga não tem o que se chama de personagem principal, porém um deles cumpre esse papel muito bem, mais por sua personalidade que por ser o centro da história. Pra quem conhece ou virá a conhecer a obra, refiro-me ao drow (elfo negro) Drizzt Do'Urden, aquele que renegou suas vis origens e trocou o mundo subterrâneo e maléfico de seu povo pela superfície, onde vive de acordo com seus próprios princípios, porém rejeitado e pre-julgado devido à cor de sua pele, a qual reflete a fama (justificada) de seu povo. Não muito diferente dos dias atuais onde a cor da pele leva a pré-jugamentos, porém estes são baseados em puro preconceito, não na fama de todo um povo anterior.

Drizzt Do'Urden é um indivíduo que, apesar das aparências, conquista o respeito de quem quer que consiga aproximar-se o suficiente para conhecer-lhe a verdadeira índole. E, embora este fato em si nada tenha de simples, o motivo que leva a isso é estremamente singelo, Drizzt Do'Urden tem o coração puro, age de acordo com o que julga ser correto e tem um senso de noção (vulgo 'lawful') invejável. Entretanto, o motivo principal não é esse, mas sim a incrível capacidade que o renegado drow tem de demonstrar respeito para com as pessoas, não apenas seus adversários. É, respeito.

Eu mesma, sempre pensei que respeito era uma coisa que deveria ser conquistado e, a partir do momento que alguém o fizesse, tal pessoa seria digna de todo e qualquer esforço de minha parte, a começar com minha mais sincera amizade, lembrando que amigos, como eu tenho a capacidade de ser, são extremamente raros por aí. Entretanto, um pensamento desse tipo não deixa de ser megalomaníaco, pois parte do princípio que meu respeito é algo digno de ser conquistado.

Algo digno de ser conquistado, chega a ser engraçado, pois, na verdade, respeito é o mínimo que eu devo dar pra QUALQUER pessoa, partindo do princípio de que todos são dignos de, no mínimo, ser tratados com respeito. E é essa capacidade de respeitar as pessoas que faz com que Drizzt Do'Urden tenha um carater tão melhor que qualquer outra pessoa (muito embora ele seja um ser de carater fictício).

Quem sabe um dia eu consiga dispensar respeito às pessoas com quem tenho contato, sejam elas quem forem, pois somente com respeito é que se ganha respeito de volta. E eu tenho toda autoridade pra poder dizer, como é ruim ser desrespeitado e subestimado.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Mais um Fim de Semestre

Hoje terminou a cadeira de radiologia. Última prova, sem muitas despedidas e o inveitável desespero quanto às perspectivas das próximas provas que estão por vir. É, mais um fim de semestre na faculdade de medicina. Mas voltando ao assunto da prova, o professor de radiologia pediu nossa colaboração para a "aula da saudade" (que eu to com preguiça de explicar o que é agora), colocando como uma questão da prova o seguinte pedido: "Eu médico. Medos e Esperanças" (ou algo do tipo, mas que espressava esa idéia aí mesmo). E então eu dissertei. Dissertei mas não lavei a alma. Escrevi muito e no fim das contas disse muito pouco. E saindo da prova, já no corredor, apercebi-me que, dentre todas as palavras escritas em péssima caligrafia naquela folha de papel, em nenhum momento o mais importante foi dito. O que eu realmente tinha vontade que ele soubesse não foi explicitado. O que ele, sem dúvida alguma, merecia saber não constava na minha resposta. E então me arrependi. E logo após lembrei que eu havia adicionado o endereço deste blog para o caso de ele querer encontrar mais algumas filosofias de banheiro sobre o que eu penso do meu "eu como médica", e quem sabe até mais alguns eus por aí. Não que eu seja o melhor exemplar dentre os estudantes de medicina, mas eu sou igualzinha a qualquer um de lá, sem muito o que tirar ou pôr. E eis, então, que tranquilizei-me e pensei que ainda poderia ter uma segunda chance de poder dizer o quão especial ele foi pra mim nesse semestre, não tanto pela cadeira em sim, mas pelo exemplo de como ser um bom médico, os ensinamentos empíricos de como ser uma boa pessoa, o exemplo concreto de como ser um bom professor. E eu espero que ele realmente passe por aqui e veja isso, pois é importante pra mim que ele saiba o enorme carinho que eu tenho por ele, desconsiderando todo o tipo de piada que pode ser feita pelo fato de ele "me conhecer por dentro".

E é pensando nisso que resolvi anexar neste blog um texto escrito por mim datado de antes da existência deste endereço eletrônico. Um texto que escrevi no final do meu quinto semestre, em agosto de 2007. Não que seja a leitura mais dinâmica, divertida ou instrutiva possível, mas etm algum valor pra quem quer entender um pouco mais dos sentimentos estudantis de um pseudo-médico ao longo da faculdade. De coração, espero que seja de alguma ajuda, e mais do que eu isso, que eu tenha conseguido expressar aquilo que não pude com caneta e papel na mão.




"Mais um fim de semestre da Medicina.

Fim de semestre. Todo mundo já passou por isso. E todo mundo sabe como é.
Provas. Provas. Provas. Mais algumas provas. Exames.

E muito embora o semestre tenha sido muito diferente do habitual, a rotina de enceramento tem seguido a tradição comum (esclarecendo que eu não considero o encerramento da bioquímica um ritual comum).
Retrocedendo um pouco os acontecimentos, em uma nada (in)consciente tentativa de fugir do exame de competência e de provas finais, volto aos diversos sentimentos que tive durante esse semestre.

Inicialmente, em nenhum momento, dede o início do tempo que minha memória permite classificar como início, eu havia me sentido tão, mas tão, tão incompetente. Lidar com o saber que nada se sabe foi muito difícil no começo. Feliz ou infelizmente eu consegui entender que o erro não foi meu, e sim do sistema. Afinal, sair da fisiologia (onde tudo é normal) e ser largada no hospital (onde tudo é anormal - pois se assim não fosse não haveria porquê ter pacientes por lá), não apenas me tira a obrigação de saber o que se passa com os pacientes, mas primordialmente me da o pleno direito de estar perdida e não saber sobre nada do que é falado.

Mas sabe, minha inutilidade aflorada foi um dos menores problemas (pelo menos depois que eu entendi a causa dela). Assistir a um paciente, ainda que pouco (ou nada) conhecido, literalmente definhar em um leito de UTI, foi mais complicado do que eu previ que fosse quando me perguntavam o que eu faria em tal situação. Ainda hoje tenho vivíssima a imagem dele dissertando a respeito da sua situação pós laxante (mais um dos inúmeros erros da enfermagem que presenciei). Lembro da tamanha felicidade quando teve alta e a face de dor quando inafortunadamente teve que voltar. Contudo, o realmente pior foi ver um corpo sem mente, totalmente amarelo, inchado, com edema sanguinolento palpebral severo. Não sei se o fato de eu não ter visto o corpo sem vida, porém em paz, foi melhor ou pior para o que eu estava sentindo.

Esse semestre foi muito mais que apenas um semestre da faculdade, foi tempo de aprendizagem para a minha vida, toda ela.
Aprendi como é tênua e linha da vida, e como se pode ultrapassá-la num piscar de olhos, abaixo do nariz de muita gente.
Aprendi que os sentimentos alheios são muito mais preciosos que os nossos, e que a compreensão desses diferentes e valiosos sentimentos é que me fará não apenas uma médica, mas uma pessoa melhor.
Aprendi que não se sabe muito mais do que se sabe, e que, embora devamos ao máximo lutar contra isso, temos que entender que assim será sempre. Apenas a humildade poderá tentar tornar nossa inútil situação (um pouco) melhor.
Aprendi que o mais sábio não é aquele que fala palavras de sabedoria, mas sim aquele que consegue guardar para si comentários inoportunos.
Aprendi que a vida é curta e viver é mais importante que tudo, até mesmo do que ser "uma pessoa plenamente realizada pessoal e profissionalmente". Não posso desperdiçar meus dias sabendo que tem tanta gente implorando por apenas mais algumas horas. Coisas abruptas também podem acontecer comigo, e o fato de eu lidar com a doença mascara mas não elimina o medo que tenho de terminar exatamente como quem busco ajudar. "



E assim finalizo esse post.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

A Arte de ser Médico.

Ter uma profissão é difícil. E eu digo isso com toda a autoridade de alguém que está construindo uma profissão. Não posso falar de todas as outras, afinal eu nunca tentei ser estilista, nem publicitária, sequer engenheira. Não que eu nunca tenha pensado em todas essas possibilidades e algumas mais, como ser modelo, austronauta ou simplesmente mulher de marido rico. De qualquer modo, não importa qual seja a profissão, ela exije mais que dedicação, implora habilidade.

Taí, habilidade. Embora pra todas as outras coisas exista mastercard, habilidade o dinheiro não compra. Claro que muitas vezes a habilidade pode ser substituída por algo que o dinheiro comprou, tipo uma vaga na universidade, o que, aliás, estou até pensando em me candidatar para fazer provas para alguéns mediante pagamento, porém esse pequeno deslize das regras ficará omitido para maior convencibilidade da idéia expressa no meu texto. Sabe como é, se eu for levar em conta todas as variáveis eu não acabo isso aqui hoje, e quando acabar será um magnifico escrito candidato ao prêmio nobel de alguma coisa. E eu não tenho nem habilidade (ha ha) nem tempo para gastar com isso, afinal a minha luta por adquirir uma profissão consome bastante do meu tempo.

Puta merda, eu faço curso pra ser médica, beleza, mas bem que paciente podia fazer um cursinho, desses intensivos de verão pra ser paciente também, né! Se eu pergunto "fulaninha, como é essa tua dor?", a resposta "ah, é uma dor que dói" não explica lá muito bem o que eu quero saber. E é claro que a resposta "hum, é um comprimidinho branquinho, redondinho e com um risco no meio" também não me ajuda a indentificar qual o bendito remédio que a criatura toma, sem contar que ninguém me convence que alguém que tome o mesmo remédio, todos os dias há sei la eu quanto tempo não vai saber o nome. Tudo isso pra não mencionar "ah, meu relacionamento com a patroa vai bem", e pior que o "bem" só o "normal".

Tche, como eu odeio quando eles respondem "normal". Até porque depois que a gente ouve "ná, eu não bato na minha mulher, só o normal", eu passo a ter sérias dúvidas quanto ao que eu posso classificar e entender como normal. E é exatamente aí que complica a tal da história da habilidade, pois aqui sim, não adianta comprar vaga, quem não consegue entender o que as pessoas dizem sem dizer jamais conseguirá ser médico. E para os aspirantes eu já aviso, eles nunca dizem. Parece que para ser médico, além do poder de decidir quem vive e quem morre, também é pré-requisito a habilidade de ler pensamentos, pra não mencionar, é claro, memória eidética.

E eu, como competente aspirante a médica, adquiri o hábito de sempre adicionar a meu questionário "normal como?", pois mesmo que de imediato eles respondam "normal ué!", em geral alguma coisa mais útil no contexto médico é extraída logo após. Vide o paciente que responde "minha vida sexual está ótima, plenamente satisfatória. Faço sexo uma vez a cada 6 meses". E o médico competente associará essa resposta ao fato de ele ser o padre de uruguaiana e então entenderá o significado que tem, para esse paciente específico, "plenamente satisfatório".

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Gorda não, grande.

- Ei, a Joana vai dirigindo, mas como vamos nos dividir nos outros quatro lugares?

- Ah, a Josefa é maior, vai na frente?

- Ta me chamando de gorda?

- Não, de grande... alta.

- Mas não faz diferença a altura, afinal uma de um metro e meio com um bundão encomoda atras muito mais que uma de um e noventa dona de uma bundinha.

- Hum... então critério pra divisão é tamanho de bunda... vamos medir?!?!

- Não.

- De qualquer modo, nem precisa medir. Josefa, vai na frente.


terça-feira, 10 de junho de 2008

Holy Crap.


Pra esse bando de chatos aí pararem de encomodar porque eu largo meu blog atirado às traças. E pra espantar as moscas do local (e olha que nem está tão empoeirado assim, considerando que estou em fim de semestre), nada melhor que mostrar meu enorme senso de humor e tentar descontrair e principalmente abstrair.

Depois do meu 1/10 em técnica cirúrgica, realmente queimarei neurônios com coisas inúteis, sairei menos à rua e, consequentemente, encontrarei menos motivos para sorrir (ou gargalhar) em público mediante gafes alheias.

Oh holy crap.

Se bem que até sei qual será o tema do próximo post. Um pouquinho mais de empolgação, tempo e boa vontade farão com que a coisa aqui flua agradavelmente. Afinal, um blog deve ser divertido para que as pessoas queiram visitá-lo. Infelizmente eu não vejo muitas coisas divertidas por aqui.

domingo, 1 de junho de 2008

Nerd, eu?

Apesar de eu já ter adentrado na era da internet de alta velocidade, há momentos que não posso deixar de sentir-me estagnada do período dial-up. Isso porque, apesar de 750 Mb de pura emoção digital, porém dividido com um irmão adolescente que descobriu as maravilhas da indústria pornográfica on line disponível para download, faz com que tentar assistir vídeos noYouTube protagonizados por Achmed, The Dead Terrorist seja uma tarefa árdua, demorada e requerente de demasiada paciência. Minha sorte é que o YouTube não está, mesmo, indexado a meus favoritos, o que não muda o fato de estar bastante dificultada a execução dos meus desejos intrinsicamente nerds de baixar seriados americanos babacas e deliciar-me com situações totalmente exageradas mas que, dadas as devidas proporções, não posso deixar de identificar-me.

Eu sempre encarei a mim mesma como uma pessoa nerd. Fato. Não que eu tenha entrado na faculdade com 11 anos de idade, graduado-me com 15, concluído o PHD com 18 e aos 21 já estar concorrendo ao prêmio nobel de neurociência por uma grande descoberta no campo científico trabalhando por uma grande e renomada universidade norte-americana. Mas, ao contrário das pessoas em geral, interesso-me por assuntos como física quântica, astronomia e principalmente neurociência, o que, infelizmente, não significa que de fato eu tenha algum conhecimento nesses ramos, até porque há 3,5 anos meu tempo livre (leia-se não dedicado à medicina) é gasto jogando RPG ou escrevendo em um blog, enquanto, infelizmente, aquilo que aprendi antes de 2005 foi, inevitavelmente, substiuído por alguma informação menos relevante como o ciclo de krebs ou o papel das citocinas na resposta inflamatória no trauma cirúrgico. Se algum dia eu conseguir, de fato, entrar no ramo de pesquisas da neurociência, tentarei desenvolver mecanismos neurobioquímicos de tornar o cérebro humano um HD de maior capacidade, quem sabe até com uma entrada USB. Que sonho!!

Apesar disso, eu ja me achei uma pessoa dentro dos padrões de normalidade, exatamente como qualquer um, sem o que tirar nem pôr. Eis, então, que eu passei no vestibular e comecei a cursar a faculdade. Aí eu vi que não é normal meninas da minha idade andarem de tênis, nem pintar o cabelo de escuro, ou ter seu guarda roupa formado de roupas em sua maioria de cor preta, muito menos andar de cuturno, all star então, nem se fala. Percebi que a maioria das pessoas pensa que jogar RPG envolve sacrifício de cabras virgens e até criancinhas inocentes, algumas pessoas não entendem que quem usa roupas pretas não necessariamente quer parecer malvadeza, e parece que ninguém encherga o quão confortável é um bendito tênis, principalmente quando se caminha quase 1km entre a casa e a faculdade, aliás, caminhar já é meio anormal, já que pessoas definitivamente dentro dos padrões da normalidade têm carro, e quem não tem carro tem motorista. A faculdade definitivamente me mostrou que pensar é privilégio de poucos e que ser diferente não é nada divertido, porém felizmente a espécie humana é dotada de capacidade de adaptação em sociedade, o que faz com que a coexistência torne-se menos desagradável às custas de uma máscara mais agradável aos olhos daqueles com quem temos que obrigatoriamente coexistir, sem, no entanto, necessariamente conviver.

Tudo isso porque eu, finalmente, consegui baixar a primeira temporada do seriado "The Big Bang Theory". O fato de as legendas estarem em espanhol (preguiça) não impede a diversão ambientada em um mundo mais do que completamente nerd. Escrachado (ou seria com "X"?!?), de fato, mais ainda assim, dada as devidas proporções, parecido com como eu sinto-me mediante o filme da minha vida. Se eu pudesse, claro que jogaria World of Warcraft, trabalharia no ramo de pesquisas científicas, faria experiências com a separação das proteínas do ovo como teste de sabor e venderia meu esperma para um banco especializado em fecundações artificiais para a geração de crianças de alto QI. Claro que eu faria. Entretanto, adaptado à uma estudante de medicina, brasileira, QI dentro da faixa da normalidade e financeiramente desqualificada, eu também sinto-me meio perdida nas relações interpessoais e em como é a vida lá fora, onde não terei tempo para consultar algum dos meus livros (mais uma vez viva a era digital).

Eu tenho sobrevivido bem nesses 3 anos e meio, porém tenho lá minhas dúvidas se algum dia realmente irei integrar-me a este mundo de pobreza intelectual, baixa aspiração ao conhecimento e iminente preguiça de pensar. Ainda bem que ainda há quem jogue RPG sem o compromisso de sacríficios sanguinolentos e com a capacidade de aprender que usar uma varinha de bola de fogo em si mesmo, principalmente quando se está à beira da morte, não é uma coisa muito esperta de se fazer, até porque varinha de bola de fogo não cura.




The Big Bang Theory

Our whole universe was in a hot dense state,
Nosso Universo inteiro estava em um estado quente e denso,
And then nearly fourteen billion years ago
E então há quase 14 bilhões de anos atrás
Expansion started. Wait…
A expansão começou. Espera…
The Earth began to cool,
A Terra começou a esfriar,
The autotrophs began to drool,
Os autótrofos começaram a babar,
Neanderthals developed tools,
Neandertais desenvolveram ferramentas,
We built a wall (we built the pyramids),
Nós contruímos uma parede ( nós contruímos as pirâmides),
Math, science, history, unraveling the mystery,
Matemática, ciência, história, desvendando os mistérios,
That all started with The Big Bang.
Isso tudo começou com O Big Bang.
Bang!!!
Bang!!!