Amor é um tema que, embora esgotado, nunca esgotará. Pode-se falar de amores novos, amores perdidos, amores passados, amores reconquistados, amores platônicos, amores doentios, amores correspondidos. Amores que são amores e até amores que não são, de fato, amores. Tudo depende do coração de quem ama. Ou de quem não ama.
Não acho que amor, aquele dito como verdadeiro, pra existir precise despertar taquicardia ou sudorese, nem sequer as tais borboletas no estômago. Não vejo relação de obrigatoriedade entre amar e deixar tudo de lado pelo amor, nem fazer planos intangíveis para o futuro, ou não consequir imaginar a vida bem vivida sem outrém. Amar não tem que, necessariamente, ser intenso e ensurdecedor. Amar pode ser reflexo da calmaria de um céu azul sem nuvens. Sem ventania, sem vendaval.
O amor em brisa proporciona que aqueles que amam e são amados possam sentir-se perdidos em um campo repleto de flores perfumadas, sob a luz do sol, sentindo o leve ar da primavera no rosto enrubecido. O amor nunca deve se parecer com uma sala trancada, escura e fria. Amar deve sempre ser na dose certa, se demais tritura, se de menos tortura. Não deve secar nem transbordar. Que apenas flua.
Já experimentei amores barulhentos, intensos e fugazes, bem com já caí nas graças do sentimento leve e silencioso, carregado pelo vento. Já amei e não fui amada, já fui amada e não amei. E, ao contrário do que muitas pessoas alegam de suas vidas, posso dizer com segurança que já fui verdadeiramente amada enquanto amei. Passados os amores porém não as dores, digo que sou uma pessoa de sorte. Sorte por ter tido a oportunidade de sentir. Porque sofrer também é sentir. E é preciso sentir para viver.
Amei verdadeiramente. Agora acabou, e o espaço em meu coração agora está reaberto para um, quem sabe, novo amor, recém nascido ou renascido. Assim como funciona para mim, o coração daqueles que um dia me amaram também encontrará um novo alguém por quem sofrer. Não acho que um amor que tenha tido começo e fim seja menos verdadeiro do que aqueles que duram para sempre. Até porque o "para sempre" é aquela coisa que sempre acaba, cedo ou tarde.
Não acho que amor, aquele dito como verdadeiro, pra existir precise despertar taquicardia ou sudorese, nem sequer as tais borboletas no estômago. Não vejo relação de obrigatoriedade entre amar e deixar tudo de lado pelo amor, nem fazer planos intangíveis para o futuro, ou não consequir imaginar a vida bem vivida sem outrém. Amar não tem que, necessariamente, ser intenso e ensurdecedor. Amar pode ser reflexo da calmaria de um céu azul sem nuvens. Sem ventania, sem vendaval.
O amor em brisa proporciona que aqueles que amam e são amados possam sentir-se perdidos em um campo repleto de flores perfumadas, sob a luz do sol, sentindo o leve ar da primavera no rosto enrubecido. O amor nunca deve se parecer com uma sala trancada, escura e fria. Amar deve sempre ser na dose certa, se demais tritura, se de menos tortura. Não deve secar nem transbordar. Que apenas flua.
Já experimentei amores barulhentos, intensos e fugazes, bem com já caí nas graças do sentimento leve e silencioso, carregado pelo vento. Já amei e não fui amada, já fui amada e não amei. E, ao contrário do que muitas pessoas alegam de suas vidas, posso dizer com segurança que já fui verdadeiramente amada enquanto amei. Passados os amores porém não as dores, digo que sou uma pessoa de sorte. Sorte por ter tido a oportunidade de sentir. Porque sofrer também é sentir. E é preciso sentir para viver.
Amei verdadeiramente. Agora acabou, e o espaço em meu coração agora está reaberto para um, quem sabe, novo amor, recém nascido ou renascido. Assim como funciona para mim, o coração daqueles que um dia me amaram também encontrará um novo alguém por quem sofrer. Não acho que um amor que tenha tido começo e fim seja menos verdadeiro do que aqueles que duram para sempre. Até porque o "para sempre" é aquela coisa que sempre acaba, cedo ou tarde.