Meu blog andava meio abandonado. Um mero reflexo de como andam quase todos os aspectos da minha vida. Abandonei alguns sonhos. Deixei de lado vários desejos. Escanteei até algumas pessoas. Menosprezei a mim mesma. E o que talvez doa mais, escondi de mim e em mim o que eu estava e ainda estou sentindo. E parando pra analisar mais a fundo, o que dói é exatamente isso, o quão abandonada por mim mesma eu estou.
Continuo tomando banho todo dia, passando creme no cabelo, e até passo lápis no olho, mesmo que vá ficar em casa. Ainda escolho a roupa que me deixe menos gorda e não abro mão da combinação de cores, mesmo que digam que combinar cinto com sapato é coisa fora de moda. O que significa que, quem passa por mim na rua pode até pensar "bah, que guria feia...", mas acoplado a esse pensamento virá "coitada, só nascendo de novo, porque nem a produção ajuda". O abandono não é visível, não é palpável, não é mensaurável. Todavia é real e doloroso.
E aí eu pergunto a mim mesma, por que eu me permito isso? Sim, porque ninguém além de mim controla as pessoas com as quais eu me relaciono, os beijos que dou, as carícias que recebo e o amor que permito-me sentir. Assim sendo, se sofro por alguém, a culpa é inteiramente minha. A responsabilidade é minha, pois eu que me permiti sofrer.
E assim, abandonada segue a minha vida, minha índole, meu carater, meu amor próprio e meu blog. Até quando? Quem sabe até alguém vir salvar-me de mim mesma. Talvez esteja aí meu erro primordial, esperar por alguém, quando na verdade eu, e somente eu, deveria bastar.
Continuo tomando banho todo dia, passando creme no cabelo, e até passo lápis no olho, mesmo que vá ficar em casa. Ainda escolho a roupa que me deixe menos gorda e não abro mão da combinação de cores, mesmo que digam que combinar cinto com sapato é coisa fora de moda. O que significa que, quem passa por mim na rua pode até pensar "bah, que guria feia...", mas acoplado a esse pensamento virá "coitada, só nascendo de novo, porque nem a produção ajuda". O abandono não é visível, não é palpável, não é mensaurável. Todavia é real e doloroso.
E aí eu pergunto a mim mesma, por que eu me permito isso? Sim, porque ninguém além de mim controla as pessoas com as quais eu me relaciono, os beijos que dou, as carícias que recebo e o amor que permito-me sentir. Assim sendo, se sofro por alguém, a culpa é inteiramente minha. A responsabilidade é minha, pois eu que me permiti sofrer.
E assim, abandonada segue a minha vida, minha índole, meu carater, meu amor próprio e meu blog. Até quando? Quem sabe até alguém vir salvar-me de mim mesma. Talvez esteja aí meu erro primordial, esperar por alguém, quando na verdade eu, e somente eu, deveria bastar.
Pois é.. ninguém além de nós mesmos deve controlar o que sentimos ou fazemos.
ResponderExcluirMas vem aquilo que chamamos de "dúvida", "remorso", "culpa", "insegurança".
Pensa, o que está acontecendo lá na raiz do problema. O que tu realmente quer?
Saiba que sempre estarei ao teu lado para te ajudar. Conta comigo, sou tua amiga de verdade.
Lembra que eu te disse que quando precisares podes me escrever.
Porque não fazemos isso?
Não é coisa pouca... isto significa muito. Mantemos uma união que pode curar muitas dores.
Fique firme. Eu sei que és forte.
Bjos.
Juro que entendo... Se não tudo (pois não conheço tudo que se passa) pelo menos em parte. O abandono próprio. Realmente dói. Tb tento cuidar mais de mim, mas como é dificil!
ResponderExcluirSó espero que isso passe, para todas nós!!!
Bjo, Cris!!!
Se precisar, estou no teu msn.